3 de abril de 2025

Vivo leva natureza e cultura dos povos originários para SP-Arte

 


A Vivo, como empresa mais sustentável do Brasil e patrocinadora da SP-Arte leva ao evento um chamado à escuta profunda do meio ambiente, bem como ao reconhecimento da responsabilidade coletiva na preservação da natureza. A marca se inspira na sabedoria ancestral dos povos originários e convida o público a vivenciar experiências sensoriais no ambiente Kamathawa, que conta com a curadoria do artista e ativista da causa indígena Denilson Baniwa, pertencente ao povo Baniwa, oriundo da região do Alto Rio Negro, no estado do Amazonas. 
 
O espaço da marca criado por Baniwa teve inspiração na obra “Kamathawa - A Proteção do Mundo”, que traz a cosmogonia Baniwa e celebra a arte indígena, convidando o visitante a se aproximar dos saberes dos povos ancestrais e se conectar com outras formas de viver, compreender e sustentar o mundo por meio da preservação da natureza. A obra “Kamathawa”, se destaca no ambiente, que tem como conceito abordar o equilíbrio entre as forças ancestrais que vivem em camadas superiores e o mundo terreno, que vive aqui "embaixo", onde se encontram a sociedade e floresta.
 
“Reconhecer a relevância desse patrimônio imaterial das artes dos povos originários é também entender o quanto temos um papel importante na preservação de todo esse ecossistema”, afirma Marina Daineze, diretora de Marca e Comunicação da Vivo.
 
Ao longo do evento, a marca irá promover ainda conversas com especialistas em temas ligados à cultura indígena e preservação da natureza para ampliar as discussões em torno da temática. A programação completa está disponível abaixo:  
Futuro Vivo
Com um firme posicionamento na busca por transformações sociais impulsionadas pela tecnologia, a Vivo reflete seu compromisso com o futuro em diferentes ações de marca, incluindo o patrocínio à SP-Arte. Na edição de 2021 da feira, a Vivo propôs uma reflexão sobre a representatividade negra na arte brasileira por meio do Telas Pretas, levando obras de artistas negros para 240 lojas da marca em todo o país. Já em 2022, com o espaço Rotas Indígenas Brasileiras, a empresa iniciou uma conversa importante sobre a identidade dos povos originários e sua relação com a arte e tecnologia. Em 2023, reforçou seu compromisso pela diversidade com Telas do Orgulho. No ano passado, a marca trouxe o tema da sustentabilidade e como arte e a tecnologia podem sensibilizar as pessoas para questões socioambientais com Raízes do Futuro.
Programação Talks
DIA 3/4 - 16h - DIREITO À MEMÓRIA
CONVIDADAS: Daiara Tukano e Anna Heloisa Segatta
As convidadas falarão sobre o patrimônio material e imaterial dos povos indígenas e seus conteúdos de memória, sempre conectados às questões do ambiente. Daiara Tukano (povo Yepa Mahsã), artista indígena contemporânea, pesquisa objetos Tukano em coleções etnográficas e  Anna Heloisa Segatta, sua colaboradora, mapeia e organiza um inventário da cultura material Tukano presente em coleções etnográficas de museus do mundo.
Mediadora: Karol Desirée
DIA 4/4 - 16h - Cultura Alimentar: Comidas para Descansar o Sol
CONVIDADA: Tainá Marajoara
Na cosmovisão indígena marajoara, Araksawa é lugar onde o sol se deita.
Um lugar de harmonia e paz, de descanso no bem-viver.
A rede para embalarmos o sol já está tecida no conhecimento tradicional da cozinha ancestral da Amazônia, que respeita o tempo, a terra, o céu, a água, o ar, o sonho e a cura.Araksawa é o que nos inspira a cozinhar e regenerar estes tempos de sofrimento climático. Tainá Marajoara, cozinheira e fundadora do Ponto de Cultura Alimentar Iacitatá, vai falar de sua experiência e ativismo em para o fortalecimento de saberes ancestrais na alimentação. Neste dia, haverá uma degustação da culinária indígena após o bate-papo.
Mediadora: Karol Desirée
DIA 5/4 - 16h - A CIDADE E A TERRA: aproximações
 
CONVIDADA: Varusa
Varusa, artista, curadora e arte-educadora, originária de Mairi (Belém-PA), cresceu em Macapá-AP vai contar como sua arte, pesquisa e prática profissional buscam a aproximação com a terra no território da cidade. Mestre em Arquitetura pela UFMG. Atuou como supervisora de Arte-educação na 13ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo em 2022 e atualmente atua como Assistente Curatorial no Instituto Inhotim.
Mediadora: Karol Desirée
 

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